A proposta para uma teologia saudável é de que todos os fundamentos teóricos devam ter uma implicação prática para o cristão. A teologia vivencial parte do pressuposto que só se pode fazer teologia quando se tem uma experiência subjetiva com Deus e objetiva com sua Palavra.
Encontrar a Deus é um pré-requisito inegociável para a produção teológica bíblica e cristocêntrica. Então a teologia deve ser apreendida em seus conceitos doutrinários e vivenciada em suas aplicações pessoais. Um esboço dessa tendência pode ser exemplificado ao analisarmos o advento da segunda vinda do Senhor Jesus.
Sobre a segunda vinda sabemos três coisas fundamentais:
1. É uma promessa;
2. É iminente;
3. É desejada.
Sabendo disso, quais as repercussões psicológicas em nossa vida? O que o conhecimento de tais verdades produziram em nossas vidas? Façamos a correspondência com os fundamentos anteriores, na mesma ordem:
1. Confiança;
2. Vigilância;
3. Alegria.
Não nos basta enumerarmos conceitos dogmáticos, precisamos conhecer o real efeito da VERDADE, experimentarmos o conhecimento de Deus - isso é Teologia Vivencial.
Há lugar para os pensadores cristãos atualmente? Por que se faz necessário o pensar? Não seria a fé a única faculdade capaz de conduzir o homem à salvação? Acredito que a filosofia e o pensamento humano devam ser exercitados para que não venhamos a ser adeptos de uma fé cega. Nosso fundamento está em Cristo e nas Escrituras. "Porque, quem conheceu a mente do Senhor, para que possa instruí-lo? Mas nós temos a mente de Cristo." 1º Coríntios 2:16
domingo, 16 de dezembro de 2007
domingo, 14 de outubro de 2007
Fundamentalismo Religioso: Retorno ao Monastério
Há quem defenda a abstenção irrestrita dos recursos naturais e tecnológicos dos quais dispomos. Já cometemos o erro crasso de punir sem misericórdia, membros de nossas igrejas por serem possuidores de um aparelho de TV. Não pedimos desculpas a eles, mas lentamente fomos aderindo ao uso da mídia eletrônica em nossos lares e também em nossas igrejas. Somos tentados pela ignorância de atribuir o mal a coisa em si, e esquecemos de extirpar o mal de nós. Levanta-se a pretensiosa bandeira do fundamentalismo religioso: "deve-se cortar o mal pela raíz". O problema é que o piedoso lenhador nunca está disposto a operar cirurgicamente o seu próprio "eu" e está sempre a brandir o machado da intolerância sobre os que o cerca. E como isso é feito?
"Proibindo o casamento, e ordenando a abstinência dos alimentos que Deus criou para os fiéis, e para os que conhecem a verdade, a fim de usarem deles com ações de graças;" (1 Timóteo4:3).
É possível expandir o entendimento desses alimentos, para outras fontes de prazer? Será vedado aos salvos o usufruto das riquezas naturais e dos meios tecnológicos? Decerto que não. Desde que exercitemos a prioridade correta no emprego de nosso tempo. "Mas, buscai primeiro o reino de Deus, e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas." (Mateus 6:33). As coisas acrescentadas dizem respeito as necessidades básicas do indivíduo, tais como: vestuário, alimentação, lazer, etc. Estas coisas são lícitas mas precisam ser avaliadas as suas conveniências, como Paulo ensinou:
Em primeiro lugar:
"Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas convêm. Todas as coisas me são lícitas; mas eu não me deixarei dominar por nenhuma delas." (1 Coríntios 6: 12). Aqui compreendemos que devemos fazer uso das coisas e não sermos usados por elas. Em outras palavras, a advertência cabe para a idéia de liberdade em uso e não em abuso, o abuso da liberdade chama-se libertinagem. Não se deixar dominar é o mesmo que não cair no vício.
Em segundo:
"Todas as coisas são lícitas, mas nem todas as coisas convêm; todas as coisas são lícitas, mas nem todas as coisas edificam." (1 Coríntio 10: 23). Parece realmente mais cômodo proibir. Ensinar é uma atividade desgastante e algumas vezes frustrante. Não examine, para não correr o risco de reter o mal. O que aprendemos, nas Escrituras é o inverso disto (1Ts 5:21). É preciso maturidade e discernimento para avaliarmos o que está a disposição por aí. Gasta-se muito tempo com futilidades, entretenimento infrutífero, coisas frívolas que nos ocupam em lugar de um devocional, uma oração, leitura bíblica, uma boa conversa e outras muitas atividades disponíveis na Igreja as quais realmente promovem crescimento cultural e espiritual. Devemos alimentar nossas mentes com algo que nos edifique e fortaleça (Fp 4:8). Se alimentamos nossas mentes com a programação espúria da Televisão e com os recursos degradantes da Internet, o que será de nossa vida cristã?
Devemos então nos isolarmos de tais recursos, procurando retornar a um estilo de vida monástico? Pensemos na oração de Jesus: "Não peço que os tires do mundo, mas que os livres do mal." (João 17:15) Não somos do mundo, mas vivemos no mundo. Não compartilhamos de seus prazeres pecaminosos, mas somos sal e luz do mundo. A luz é feita para brilhar e precisa ficar em destaque, e o sal tem o seu sabor e utilidade, não é pra ficar recolhido nas dispensas de uma igreja confinada. Retornar aos monastérios parecia uma boa idéia na Idade Média, no entanto o isolamento não privou a maioria dos monges de cometerem os mais absurdos escândalos e corrupções.
Os que ensinam o rigor ascético, dão ouvidos a espíritos enganadores, a doutrina de demonios (1 Tm 4:1). A hipocrisia impera em suas vidas, elas vivem prescrevendo um modus vivendi o qual elas mesmas não praticam. A insipiência sobre a mordomia cristã tem levado a um superficialidade espiritual cheia de auto-piedade. Devemos abolir a TV? Ou colocá-la em seu devido lugar? Nossa vida deve ser cristocêntrica e todas as demais coisas devem ser periféricas e acessórias.
Pela Graça e Conhecimento de Nosso Senhor Jesus
Leonardo Leite
"Proibindo o casamento, e ordenando a abstinência dos alimentos que Deus criou para os fiéis, e para os que conhecem a verdade, a fim de usarem deles com ações de graças;" (1 Timóteo4:3).
É possível expandir o entendimento desses alimentos, para outras fontes de prazer? Será vedado aos salvos o usufruto das riquezas naturais e dos meios tecnológicos? Decerto que não. Desde que exercitemos a prioridade correta no emprego de nosso tempo. "Mas, buscai primeiro o reino de Deus, e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas." (Mateus 6:33). As coisas acrescentadas dizem respeito as necessidades básicas do indivíduo, tais como: vestuário, alimentação, lazer, etc. Estas coisas são lícitas mas precisam ser avaliadas as suas conveniências, como Paulo ensinou:
Em primeiro lugar:
"Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas convêm. Todas as coisas me são lícitas; mas eu não me deixarei dominar por nenhuma delas." (1 Coríntios 6: 12). Aqui compreendemos que devemos fazer uso das coisas e não sermos usados por elas. Em outras palavras, a advertência cabe para a idéia de liberdade em uso e não em abuso, o abuso da liberdade chama-se libertinagem. Não se deixar dominar é o mesmo que não cair no vício.
Em segundo:
"Todas as coisas são lícitas, mas nem todas as coisas convêm; todas as coisas são lícitas, mas nem todas as coisas edificam." (1 Coríntio 10: 23). Parece realmente mais cômodo proibir. Ensinar é uma atividade desgastante e algumas vezes frustrante. Não examine, para não correr o risco de reter o mal. O que aprendemos, nas Escrituras é o inverso disto (1Ts 5:21). É preciso maturidade e discernimento para avaliarmos o que está a disposição por aí. Gasta-se muito tempo com futilidades, entretenimento infrutífero, coisas frívolas que nos ocupam em lugar de um devocional, uma oração, leitura bíblica, uma boa conversa e outras muitas atividades disponíveis na Igreja as quais realmente promovem crescimento cultural e espiritual. Devemos alimentar nossas mentes com algo que nos edifique e fortaleça (Fp 4:8). Se alimentamos nossas mentes com a programação espúria da Televisão e com os recursos degradantes da Internet, o que será de nossa vida cristã?
Devemos então nos isolarmos de tais recursos, procurando retornar a um estilo de vida monástico? Pensemos na oração de Jesus: "Não peço que os tires do mundo, mas que os livres do mal." (João 17:15) Não somos do mundo, mas vivemos no mundo. Não compartilhamos de seus prazeres pecaminosos, mas somos sal e luz do mundo. A luz é feita para brilhar e precisa ficar em destaque, e o sal tem o seu sabor e utilidade, não é pra ficar recolhido nas dispensas de uma igreja confinada. Retornar aos monastérios parecia uma boa idéia na Idade Média, no entanto o isolamento não privou a maioria dos monges de cometerem os mais absurdos escândalos e corrupções.
Os que ensinam o rigor ascético, dão ouvidos a espíritos enganadores, a doutrina de demonios (1 Tm 4:1). A hipocrisia impera em suas vidas, elas vivem prescrevendo um modus vivendi o qual elas mesmas não praticam. A insipiência sobre a mordomia cristã tem levado a um superficialidade espiritual cheia de auto-piedade. Devemos abolir a TV? Ou colocá-la em seu devido lugar? Nossa vida deve ser cristocêntrica e todas as demais coisas devem ser periféricas e acessórias.
Pela Graça e Conhecimento de Nosso Senhor Jesus
Leonardo Leite
segunda-feira, 17 de setembro de 2007
Tenha Cuidado; Pergunte-me Como!
Há 12 anos a multinacional Herbalife tem distribuidores de seus produtos de nutrição e cuidados pessoais aqui no Brasil. A proposta de ser a maior empresa de marketing multinível do mundo, tem levado milhares de pessoas a investirem “tudo” para alcançarem os patamares mais elevados da empresa, com a esperança de enriquecimento de curto e médio prazo com ganhos ilimitados. A promessa é um salto na qualidade de vida, liberdade para fazer seus horários de trabalho, e um produto com qualidade e excelência tecnológica indiscutíveis. Nessa oportunidade não vou atacar o produto em si, o que eu questiono é a maneira como é conduzido o negócio.
Marketing multinível é um sistema franqueado de compra e venda direta e recrutamento de novos distribuidores. A ascenção se dá quando o distribuidor alcança certa quantidade de pontos proporcional ao somatório de toda sua produção pessoal e de sua organização de distribuidores cadastrados. Ocorre que muitas pessoas que aderem a esse negócio são induzidas a “pagarem o preço do sucesso”. Muitos contraem dívidas enormes para conquistarem a liberdade financeira, tão sonhada. Os depoimentos de resultados empolgam, palmas e músicas envolvem a platéia constituída por 90% de distribuidores e o restante de convidados.
Para pagar as despesas desse sistema de treinamento e apresentação do negócio, gasta-se bastante dinheiro, as credenciais para as reuniões têm preços que variam de R$ 80,00 a R$250,00, em média. Em última análise o empreendimento torna-se insustentável. Algumas pessoas que conseguem destaque são possuidoras de um grande poder de persuasão, levando outros a investirem pesado na companhia e recebendo royalties (percentual de comissão pago pela produção dos distribuidores em linha descendente) por isso.
Afora tudo isso, resta o maior perigo que encontramos nesse tipo de negócio: A filosofia da Atitude. Não importa o quanto você está quebrado, “a atitude vem antes do cheque”. Vive-se de aparências, resultados financeiros maquiados, e treinamentos baseados em Programação Neurolingüística reforçam uma verdadeira “lavagem cerebral”. Não é a toa que muitos percebem elementos religiosos nos encontros promovidos pelos líderes dentre os distribuidores. A atmosfera sugere uma imersão total na proposta da Herbalife, alguns depoimentos são emocionantes, não é raro encontrar lágrimas nos rostos das pessoas que passam por dificuldades financeiras e revitalizam nesses encontros os seus “sonhos roubados”.
A sociedade capitalista encontra entre os líderes da Herbalife os maiores proponentes do consumismo e da superficialidade espiritual. A palavra de ordem é “dinheiro nunca é demais”, “você acha que já tem tudo que precisa na vida?”; “veja estes carros importados e estas mansões! Onde você mora? Qual é seu carro? Você tem um bom estilo de vida?” A jogada é incutir necessidades consumistas. Será que isso serve para o cristão? Tenho certeza que não.
“Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de odiar um e amar o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e a Mamom.” MATEUS 6:24
A adoração a Deus ou a Mamom se torna o ponto central de conflito do universo (o termo Mamom vem do aramaico e foi usado por Jesus para personificar o dinheiro, a riqueza ou posses terrenas). Adorar a Deus nos coloca de um lado do dinheiro, o lado que se opõe a ele; enquanto que a adoração a Satanás nos coloca do outro lado do dinheiro, isto é, o lado que o adora. O oposto de Deus é Mamom. Por que Mamom pode se colocar em oposição a Deus? Porque só ele pode reunir todas as coisas em uma só. O amor ao dinheiro não é apenas a raiz de todos os males (I Tm 6:10); ele é também idolatria, pois para muitas pessoas o dinheiro é um ídolo. Curiosamente a Bíblia trata a avareza e a idolatria como sendo um só pecado (Cl 3:5; Ef 5:5).
Pela Graça e Conhecimento de Nosso Senhor Jesus
Ir. Leonardo Leite
Marketing multinível é um sistema franqueado de compra e venda direta e recrutamento de novos distribuidores. A ascenção se dá quando o distribuidor alcança certa quantidade de pontos proporcional ao somatório de toda sua produção pessoal e de sua organização de distribuidores cadastrados. Ocorre que muitas pessoas que aderem a esse negócio são induzidas a “pagarem o preço do sucesso”. Muitos contraem dívidas enormes para conquistarem a liberdade financeira, tão sonhada. Os depoimentos de resultados empolgam, palmas e músicas envolvem a platéia constituída por 90% de distribuidores e o restante de convidados.
Para pagar as despesas desse sistema de treinamento e apresentação do negócio, gasta-se bastante dinheiro, as credenciais para as reuniões têm preços que variam de R$ 80,00 a R$250,00, em média. Em última análise o empreendimento torna-se insustentável. Algumas pessoas que conseguem destaque são possuidoras de um grande poder de persuasão, levando outros a investirem pesado na companhia e recebendo royalties (percentual de comissão pago pela produção dos distribuidores em linha descendente) por isso.
Afora tudo isso, resta o maior perigo que encontramos nesse tipo de negócio: A filosofia da Atitude. Não importa o quanto você está quebrado, “a atitude vem antes do cheque”. Vive-se de aparências, resultados financeiros maquiados, e treinamentos baseados em Programação Neurolingüística reforçam uma verdadeira “lavagem cerebral”. Não é a toa que muitos percebem elementos religiosos nos encontros promovidos pelos líderes dentre os distribuidores. A atmosfera sugere uma imersão total na proposta da Herbalife, alguns depoimentos são emocionantes, não é raro encontrar lágrimas nos rostos das pessoas que passam por dificuldades financeiras e revitalizam nesses encontros os seus “sonhos roubados”.
A sociedade capitalista encontra entre os líderes da Herbalife os maiores proponentes do consumismo e da superficialidade espiritual. A palavra de ordem é “dinheiro nunca é demais”, “você acha que já tem tudo que precisa na vida?”; “veja estes carros importados e estas mansões! Onde você mora? Qual é seu carro? Você tem um bom estilo de vida?” A jogada é incutir necessidades consumistas. Será que isso serve para o cristão? Tenho certeza que não.
“Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de odiar um e amar o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e a Mamom.” MATEUS 6:24
A adoração a Deus ou a Mamom se torna o ponto central de conflito do universo (o termo Mamom vem do aramaico e foi usado por Jesus para personificar o dinheiro, a riqueza ou posses terrenas). Adorar a Deus nos coloca de um lado do dinheiro, o lado que se opõe a ele; enquanto que a adoração a Satanás nos coloca do outro lado do dinheiro, isto é, o lado que o adora. O oposto de Deus é Mamom. Por que Mamom pode se colocar em oposição a Deus? Porque só ele pode reunir todas as coisas em uma só. O amor ao dinheiro não é apenas a raiz de todos os males (I Tm 6:10); ele é também idolatria, pois para muitas pessoas o dinheiro é um ídolo. Curiosamente a Bíblia trata a avareza e a idolatria como sendo um só pecado (Cl 3:5; Ef 5:5).
Pela Graça e Conhecimento de Nosso Senhor Jesus
Ir. Leonardo Leite
domingo, 26 de agosto de 2007
O homem, suas necessidades e o pecado.
O homem nasce escravo, e morre escravo, escravo e cativo de duas prisões: A necessidade e o pecado. Não há um só dia que ele não desperte para cometer pecado ou para satisfazer suas mais diversas necessidades. Quando afirmamos isto, não defendemos que o homem nasça em pecado, ele não nasce corrupto, mas corruptível e inclinado à corrupção. Isso ocorre por sua natureza decaída, por seu estado alienado.
A natureza decaída é provocada pelo pecado original, ou seja, aquele cometido no Éden.
“Portanto, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens por isso que todos pecaram.” Romanos 5:12
O estado alienado é a conseqüência do pecado. O pecado afasta o homem de Deus.
“Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus;” Romanos 3:23
Para analisarmos a questão em seus pormenores, precisamos entender, primeiramente, como a Bíblia define o homem e suas necessidades.
“o mesmo Deus de paz vos santifique em tudo; e todo o vosso espírito, e alma, e corpo, sejam plenamente conservados irrepreensíveis para a vinda de nosso SENHOR Jesus Cristo”. 1 Tessalonicenses 5:23
De acordo com o texto bíblico, podemos dividir o homem em três partes distintas, com suas correspondentes necessidades:
1. Corpo – Necessidades físicas: Condições de sobrevivência e manutenção da saúde e conforto;
2. Alma – Necessidades psicológicas: Condições emocionais e sociais;
3. Espírito – Necessidades espirituais: Condições de comunhão, salvação, fé e etc.
O homem esta cativo nessa prisão, que não pode tocar, nem sentir, pode apenas conhece-la através da reflexão filosófica e psicológica, no entanto, só pode ser liberto dela através do conhecimento da verdade.
“E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.” João 8:32
“Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim.” João 14:6
Jesus é o caminho que conduz a salvação, ao fim do estado alienado, à comunhão perdida no Éden; ele é a verdade que liberta, a luz para as trevas de nossos corações e mentes: É a vida abundante, vida renovada na terra e eterna no céu. Ele nos propõe um novo nascimento, uma nova natureza, não mais inclinada a corrupção como antes, mas inclinada a satisfazer as necessidades espirituais, mesmo em detrimento das outras.
“Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo.” 2 Coríntios 5:17 Aceitar o sacrifício vicário do Senhor Jesus, buscando comunhão com Deus e fazendo parte do Corpo de Cristo que é a Igreja na terra, diante da qual podemos confessar o nosso pecado e arrependimento para alcançar o perdão e a misericórdia divina.
Leonardo Leite
A natureza decaída é provocada pelo pecado original, ou seja, aquele cometido no Éden.
“Portanto, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens por isso que todos pecaram.” Romanos 5:12
O estado alienado é a conseqüência do pecado. O pecado afasta o homem de Deus.
“Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus;” Romanos 3:23
Para analisarmos a questão em seus pormenores, precisamos entender, primeiramente, como a Bíblia define o homem e suas necessidades.
“o mesmo Deus de paz vos santifique em tudo; e todo o vosso espírito, e alma, e corpo, sejam plenamente conservados irrepreensíveis para a vinda de nosso SENHOR Jesus Cristo”. 1 Tessalonicenses 5:23
De acordo com o texto bíblico, podemos dividir o homem em três partes distintas, com suas correspondentes necessidades:
1. Corpo – Necessidades físicas: Condições de sobrevivência e manutenção da saúde e conforto;
2. Alma – Necessidades psicológicas: Condições emocionais e sociais;
3. Espírito – Necessidades espirituais: Condições de comunhão, salvação, fé e etc.
O homem esta cativo nessa prisão, que não pode tocar, nem sentir, pode apenas conhece-la através da reflexão filosófica e psicológica, no entanto, só pode ser liberto dela através do conhecimento da verdade.
“E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.” João 8:32
“Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim.” João 14:6
Jesus é o caminho que conduz a salvação, ao fim do estado alienado, à comunhão perdida no Éden; ele é a verdade que liberta, a luz para as trevas de nossos corações e mentes: É a vida abundante, vida renovada na terra e eterna no céu. Ele nos propõe um novo nascimento, uma nova natureza, não mais inclinada a corrupção como antes, mas inclinada a satisfazer as necessidades espirituais, mesmo em detrimento das outras.
“Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo.” 2 Coríntios 5:17 Aceitar o sacrifício vicário do Senhor Jesus, buscando comunhão com Deus e fazendo parte do Corpo de Cristo que é a Igreja na terra, diante da qual podemos confessar o nosso pecado e arrependimento para alcançar o perdão e a misericórdia divina.
Leonardo Leite
O Fruto da Igreja
A Igreja enquanto Corpo Místico de Cristo é constituída por membros de todo o mundo, de todas as línguas, culturas e diversas denominações eclesiásticas. Muitas vezes, confundimos “Igreja” com a instituição humana, ou com o espaço reservado para a congregação dos santos. Fazemos parte de uma grande Igreja invisível, quando através da remissão de nossos pecados confessados diante de Cristo e dos homens somos unidos em comunhão por amor.
"Mas o fruto do Espírito é: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança." Gálatas 5:22
O Espírito Santo é o consolador da Igreja, é o agente da transformação, por intermédio dele experimentamos a santificação, quando refletir a glória de Deus, buscando comunhão com ele. “Mas todos nós, com rosto descoberto, refletindo como um espelho a glória do Senhor, somos transformados de glória em glória na mesma imagem, como pelo Espírito do Senhor.”
2 Coríntios 3:18
"E, sobre tudo isto, revesti-vos de amor, que é o vínculo da perfeição." Colossenses 3:14
O Amor é o vínculo da perfeição, ou seja não existe o segundo sem o primeiro. A igreja deve buscar o amor. Você e eu, devemos ter o amor como causa de todas as nossas ações, decisões e intenções. O amor é a verdadeira semente que devemos plantar, não existe igreja sem amor, não existe Evangelho sem amor.
"Porque o nosso evangelho não foi a vós somente em palavras, mas também em poder, e no Espírito Santo, e em muita certeza, como bem sabeis quais fomos entre vós, por amor de vós."
1 Tessalonicenses 1:5
"Porque qualquer que quiser salvar a sua vida, perdê-la-á, mas, qualquer que perder a sua vida por amor de mim e do evangelho, esse a salvará. " Marcos 8:35
Com esta segurança, podemos ter a certeza de que se fazemos parte do Corpo de Cristo devenos dar fruto, um único fruto: o fruto do Espírito.
"(Porque o fruto do Espírito está em toda a bondade, e justiça e verdade)" Efésios 5:9 ;
Bondade – por que a Igreja tem uma missão social, aconselhadora, consoladora e conciliadora;
Justiça – por que a Igreja tem uma missão ética;
Verdade – por que a Igreja tem uma missão Evangelizadora , profética e conservadora.
A Igreja tem resistido através dos séculos às duras investidas do adversário, o mundo corrupto e corruptor tem assolado as famílias cristãs. Os crentes têm procurado adequarem-se às tendências, jovens têm se perdido, cada vez mais precocemente, em meio às drogas e a prostituição, vemos uma total inversão de valores em nossa sociedade. Nos grandes centros urbanos, as famílias brasileiras têm sido reféns do medo. Precisamos nos inconformar, e nos preparar para os grandes desafios que a Igreja ainda enfrentará, devemos, com urgência, proclamarmos a Palavra de Deus, nos rendermos em verdadeira adoração a Deus e preservarmos a comunhão e a sã doutrina.
Leonardo Leite
"Mas o fruto do Espírito é: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança." Gálatas 5:22
O Espírito Santo é o consolador da Igreja, é o agente da transformação, por intermédio dele experimentamos a santificação, quando refletir a glória de Deus, buscando comunhão com ele. “Mas todos nós, com rosto descoberto, refletindo como um espelho a glória do Senhor, somos transformados de glória em glória na mesma imagem, como pelo Espírito do Senhor.”
2 Coríntios 3:18
"E, sobre tudo isto, revesti-vos de amor, que é o vínculo da perfeição." Colossenses 3:14
O Amor é o vínculo da perfeição, ou seja não existe o segundo sem o primeiro. A igreja deve buscar o amor. Você e eu, devemos ter o amor como causa de todas as nossas ações, decisões e intenções. O amor é a verdadeira semente que devemos plantar, não existe igreja sem amor, não existe Evangelho sem amor.
"Porque o nosso evangelho não foi a vós somente em palavras, mas também em poder, e no Espírito Santo, e em muita certeza, como bem sabeis quais fomos entre vós, por amor de vós."
1 Tessalonicenses 1:5
"Porque qualquer que quiser salvar a sua vida, perdê-la-á, mas, qualquer que perder a sua vida por amor de mim e do evangelho, esse a salvará. " Marcos 8:35
Com esta segurança, podemos ter a certeza de que se fazemos parte do Corpo de Cristo devenos dar fruto, um único fruto: o fruto do Espírito.
"(Porque o fruto do Espírito está em toda a bondade, e justiça e verdade)" Efésios 5:9 ;
Bondade – por que a Igreja tem uma missão social, aconselhadora, consoladora e conciliadora;
Justiça – por que a Igreja tem uma missão ética;
Verdade – por que a Igreja tem uma missão Evangelizadora , profética e conservadora.
A Igreja tem resistido através dos séculos às duras investidas do adversário, o mundo corrupto e corruptor tem assolado as famílias cristãs. Os crentes têm procurado adequarem-se às tendências, jovens têm se perdido, cada vez mais precocemente, em meio às drogas e a prostituição, vemos uma total inversão de valores em nossa sociedade. Nos grandes centros urbanos, as famílias brasileiras têm sido reféns do medo. Precisamos nos inconformar, e nos preparar para os grandes desafios que a Igreja ainda enfrentará, devemos, com urgência, proclamarmos a Palavra de Deus, nos rendermos em verdadeira adoração a Deus e preservarmos a comunhão e a sã doutrina.
Leonardo Leite
Apostasia da Indiferença
A igreja cristã está doente. A doença tem se alastrado entre os membros como um câncer maligno impregnado nos ossos e inflamando a pele. O nome da doença: Apostasia da Indiferença. Os sintomas são bem característicos – mornidão espiritual, descaso com as necessidades do próximo, apatia pelas almas incrédulas e um total relaxamento das questões morais.
Sem sombra de vaidade ou pretensão, acredito que este tema ainda vai ser bastante explorado em nosso meio evangélico, pois precisamos confrontar-nos com esta realidade. É preciso ouvir a voz profética. Se tal doença é uma realidade em nossa própria casa, em nossa congregação, mais danosa ela se torna quando alcança a liderança das igrejas evangélicas. Um líder indiferente não reage ante a carência espiritual do povo, mas entra em pânico ao perceber a evasão de renda.
Percebemos a mornidão espiritual (Apocalipse 3: 16) como parte integrante da síndrome que flagela o evangelicalismo brasileiro, mesmo entre as igrejas ditas “pentecostais”. Entristece-me muito quando não vejo comoção diante do anúncio da iminente segunda vinda do Senhor. A maioria de nossas igrejas promove “avivamentos” os quais consistem em movimentos súbitos e passageiros de puro emocionalismo místico, sem base bíblica.
A igreja não deixa de ter um importante papel social e não pode ser confundida como balcão de atendimento assistencialista (Mateus 25: 42-46). No entanto, o que vemos é o seguinte: Nós evangélicos não ajudamos os necessitados domésticos e quando tentamos suprir alguma necessidade básica do ser humano, nossos esforços são direcionados para atrair novos prosélitos. Quando fazemos qualquer coisa para atrairmos pessoas para o Reino de Deus que não seja através da pregação bíblica, estamos fadados ao exercício de um evangelismo pragmático.
A missão alvissareira de transmitir a mensagem do evangelho não se resume na visão tradicional da distribuição de panfletos de casa em casa, nas campanhas ao ar livre, nas grandes cruzadas evangelísticas, outrossim, compreende o singelo convite ao amigo, uma palavra de ânimo, um sábio conselho e um testemunho sincero da legítima conversão. Devemos constantemente exalar o suave perfume de Cristo, sermos diferentes para fazermos a diferença (2 Coríntios 2: 15).
Alguns cristãos têm vida dupla, assumem um comportamento na comunidade cristã diferente do que se vê na privacidade do lar (Mateus 23: 28). Outros nem sequer se preocupam em “manter as aparências” revelam-se invejosos, caluniadores e sedentos por poder e reconhecimento. O relaxamento moral é generalizado. Furar fila, fazer ligação elétrica clandestina, oferecer suborno, sonegar impostos, inadimplir voluntariamente, valer-se de função pública para benefício próprio: tudo isso faz parte do modus vivendi da grande multidão de cristãos nominais que nos avizinham nos assentos de nossas congregações.
Para onde iremos? Quais os rumos da igreja evangélica brasileira? Fazemos parte de um remanescente, ou também fomos atingidos pela apostasia da indiferença? É fácil encontrar a resposta, basta observamos o efeito dessa verdade em nossas vidas. Deixamos pra lá? Isso não acontece na minha igreja! Precisamos nos erguer contra este mal, coibindo-o de forma tal que não se estabeleça, de forma definitiva, em nossas vidas.
Pela Graça e Conhecimento de Nosso Senhor Jesus
Ir. Leonardo Leite
Sem sombra de vaidade ou pretensão, acredito que este tema ainda vai ser bastante explorado em nosso meio evangélico, pois precisamos confrontar-nos com esta realidade. É preciso ouvir a voz profética. Se tal doença é uma realidade em nossa própria casa, em nossa congregação, mais danosa ela se torna quando alcança a liderança das igrejas evangélicas. Um líder indiferente não reage ante a carência espiritual do povo, mas entra em pânico ao perceber a evasão de renda.
Percebemos a mornidão espiritual (Apocalipse 3: 16) como parte integrante da síndrome que flagela o evangelicalismo brasileiro, mesmo entre as igrejas ditas “pentecostais”. Entristece-me muito quando não vejo comoção diante do anúncio da iminente segunda vinda do Senhor. A maioria de nossas igrejas promove “avivamentos” os quais consistem em movimentos súbitos e passageiros de puro emocionalismo místico, sem base bíblica.
A igreja não deixa de ter um importante papel social e não pode ser confundida como balcão de atendimento assistencialista (Mateus 25: 42-46). No entanto, o que vemos é o seguinte: Nós evangélicos não ajudamos os necessitados domésticos e quando tentamos suprir alguma necessidade básica do ser humano, nossos esforços são direcionados para atrair novos prosélitos. Quando fazemos qualquer coisa para atrairmos pessoas para o Reino de Deus que não seja através da pregação bíblica, estamos fadados ao exercício de um evangelismo pragmático.
A missão alvissareira de transmitir a mensagem do evangelho não se resume na visão tradicional da distribuição de panfletos de casa em casa, nas campanhas ao ar livre, nas grandes cruzadas evangelísticas, outrossim, compreende o singelo convite ao amigo, uma palavra de ânimo, um sábio conselho e um testemunho sincero da legítima conversão. Devemos constantemente exalar o suave perfume de Cristo, sermos diferentes para fazermos a diferença (2 Coríntios 2: 15).
Alguns cristãos têm vida dupla, assumem um comportamento na comunidade cristã diferente do que se vê na privacidade do lar (Mateus 23: 28). Outros nem sequer se preocupam em “manter as aparências” revelam-se invejosos, caluniadores e sedentos por poder e reconhecimento. O relaxamento moral é generalizado. Furar fila, fazer ligação elétrica clandestina, oferecer suborno, sonegar impostos, inadimplir voluntariamente, valer-se de função pública para benefício próprio: tudo isso faz parte do modus vivendi da grande multidão de cristãos nominais que nos avizinham nos assentos de nossas congregações.
Para onde iremos? Quais os rumos da igreja evangélica brasileira? Fazemos parte de um remanescente, ou também fomos atingidos pela apostasia da indiferença? É fácil encontrar a resposta, basta observamos o efeito dessa verdade em nossas vidas. Deixamos pra lá? Isso não acontece na minha igreja! Precisamos nos erguer contra este mal, coibindo-o de forma tal que não se estabeleça, de forma definitiva, em nossas vidas.
Pela Graça e Conhecimento de Nosso Senhor Jesus
Ir. Leonardo Leite
O Evangelho da Satisfação Pessoal e a Superficialidade Religiosa
Tem sido um grande desafio para a liderança da igreja evangélica atual, lidar com os conflitos interpessoais que minam o convívio cristão pacífico. A luta pelo poder atropela a verdadeira vocação ministerial, alguns membros da igreja querem estar em evidência, mas não querem arcar com o compromisso do verdadeiro chamado divino. Os voluntários para a Obra de Deus engrossam as fileiras em busca de reconhecimento temporal e divino, alguns saem de suas casas para evangelismos e outras atividades, com a vã esperança de prestarem indulgências a Deus e ao seu Pastor. O cenário revala-se perturbador: se por um lado temos aqueles que aderiram ao movimento velado do evangelho da satisfação pessoal, por outro, temos uma multidão de pessoas indiferentes a causa do Reino de Deus, embotados pela superficialidade religiosa.
O desejo pelo ministério é legítimo.
“Esta é uma palavra fiel: se alguém deseja o ministério, excelente obra deseja.” 1 Timóteo 3:1.
Devemos, no entanto, sermos vigilantes quanto às motivações que nos leva a desejar tamanha responsabilidade, e termos a plena consciência de que todos fomos chamados para um ministério (Mt 28:19; Mc 16:15; 1 Ts 5:11). A fidelidade de Deus está em Ele cumprir a Sua promessa, a qual só poderemos honrá-la, dedicando nossas vidas ao Senhor e a sua obra.
Não podemos reduzir a importância da Obra de Deus para a adequarmos às nossas necessidades pessoais, para tomarmos a cabo tamanha missão, precisamos examinar nossas motivações à luz da Palavra de Deus e sob o princípio do amor, verdadeiramente altruísta, que rejeite qualquer necessidade de satisfação pessoal. Mas seria errado nos sentirmos satisfeitos por nossa participação na Obra de Deus? Seria egocentrismo, ou egoísmo esperarmos reconhecimento de nossa liderança? Creio que não, entretanto quando depositamos, totalmente, nossa alegria em servir a Deus, na sensação de prazer provocada por elogios e destaque social, caminhamos para o abismo do evangelho da satisfação pessoal.
A Superficialidade Religiosa, tal qual o Evangelho da Satisfação Pessoal têm em sua essência o vácuo deixado por Cristo, não que Jesus tenha deixado este vácuo por sua iniciativa, mas pela falta de devoção dos praticantes de um cristianismo frio e egocêntrico os quais deixaram de reconhecer a soberania do Senhor em suas vidas.
“Portanto, se há algum conforto em Cristo, se alguma consolação de amor, se alguma comunhão no Espírito, se alguns entranháveis afetos e compaixões, completai o meu gozo, para que sintais o mesmo, tendo o mesmo amor, o mesmo ânimo, sentindo uma mesma coisa. Nada façais por contenda ou por vanglória, mas por humildade; cada um considere os outros superiores a si mesmo.” Filipenses 2:1-3
Esta comunhão no Espírito é que a Igreja precisa buscar nestes tempos trabalhosos. Não permitamos que nossas experiências com Deus limitem-se a “assistirmos” aos cultos e, esporadicamente, “participarmos” deste ou daquele evento de impacto social, o Senhor espera mais de nós, e aguarda que venhamos a sua presença de forma mais profunda.
Quando nosso relacionamento com Deus se aprofunda, à medida que nos permitimos um contato mais íntimo e pessoal com ele, através da oração e da meditação da Palavra, sentimos a necessidade, em Cristo, de participarmos mais ativamente da obra na Casa de Deus, de contribuirmos mais para as missões, de freqüentarmos, com mais assiduidade, as escolas bíblicas e seminários teológicos, em suma: passamos a rejeitar a idéia de posicionar nossas necessidades pessoais ao centro de nossas vidas e passamos a desenvolver uma cosmovisão cristocêntrica confiando no poder do Salvador que nos conduzirá a uma profunda comunhão com Deus.
Pela Graça e Conhecimento de Nosso Senhor Jesus
Ir. Leonardo Leite
O desejo pelo ministério é legítimo.
“Esta é uma palavra fiel: se alguém deseja o ministério, excelente obra deseja.” 1 Timóteo 3:1.
Devemos, no entanto, sermos vigilantes quanto às motivações que nos leva a desejar tamanha responsabilidade, e termos a plena consciência de que todos fomos chamados para um ministério (Mt 28:19; Mc 16:15; 1 Ts 5:11). A fidelidade de Deus está em Ele cumprir a Sua promessa, a qual só poderemos honrá-la, dedicando nossas vidas ao Senhor e a sua obra.
Não podemos reduzir a importância da Obra de Deus para a adequarmos às nossas necessidades pessoais, para tomarmos a cabo tamanha missão, precisamos examinar nossas motivações à luz da Palavra de Deus e sob o princípio do amor, verdadeiramente altruísta, que rejeite qualquer necessidade de satisfação pessoal. Mas seria errado nos sentirmos satisfeitos por nossa participação na Obra de Deus? Seria egocentrismo, ou egoísmo esperarmos reconhecimento de nossa liderança? Creio que não, entretanto quando depositamos, totalmente, nossa alegria em servir a Deus, na sensação de prazer provocada por elogios e destaque social, caminhamos para o abismo do evangelho da satisfação pessoal.
A Superficialidade Religiosa, tal qual o Evangelho da Satisfação Pessoal têm em sua essência o vácuo deixado por Cristo, não que Jesus tenha deixado este vácuo por sua iniciativa, mas pela falta de devoção dos praticantes de um cristianismo frio e egocêntrico os quais deixaram de reconhecer a soberania do Senhor em suas vidas.
“Portanto, se há algum conforto em Cristo, se alguma consolação de amor, se alguma comunhão no Espírito, se alguns entranháveis afetos e compaixões, completai o meu gozo, para que sintais o mesmo, tendo o mesmo amor, o mesmo ânimo, sentindo uma mesma coisa. Nada façais por contenda ou por vanglória, mas por humildade; cada um considere os outros superiores a si mesmo.” Filipenses 2:1-3
Esta comunhão no Espírito é que a Igreja precisa buscar nestes tempos trabalhosos. Não permitamos que nossas experiências com Deus limitem-se a “assistirmos” aos cultos e, esporadicamente, “participarmos” deste ou daquele evento de impacto social, o Senhor espera mais de nós, e aguarda que venhamos a sua presença de forma mais profunda.
Quando nosso relacionamento com Deus se aprofunda, à medida que nos permitimos um contato mais íntimo e pessoal com ele, através da oração e da meditação da Palavra, sentimos a necessidade, em Cristo, de participarmos mais ativamente da obra na Casa de Deus, de contribuirmos mais para as missões, de freqüentarmos, com mais assiduidade, as escolas bíblicas e seminários teológicos, em suma: passamos a rejeitar a idéia de posicionar nossas necessidades pessoais ao centro de nossas vidas e passamos a desenvolver uma cosmovisão cristocêntrica confiando no poder do Salvador que nos conduzirá a uma profunda comunhão com Deus.
Pela Graça e Conhecimento de Nosso Senhor Jesus
Ir. Leonardo Leite
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